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Novas Empresas juniores na UFSJ

 

No último dia 27 de abril, estiveram na Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) o gerente de relacionamento coorporativo da Federação das Empresas Juniores do Estado de Minas Gerais (Fejemg), André Guimarães Telles, e o diretor de relações públicas da UFMG Informática Júnior, Igor Rafael de Assis Costa. Ambos foram a convite do professor do Curso de Ciências da Computação da UFSJ, Leonardo Rocha, para realizar palestra sobre implantação e funcionamento de empresas juniores (EJs).

As empresas juniores são associações civis sem fins lucrativos e com objetivos educacionais, onde todo recurso recebido pelos serviços executados é reinvestido na própria empresa e na capacitação de seus participantes. O professor do curso de Ciências da Computação, Leonardo Silvestre, que foi diretor de empresa júnior durante sua graduação na Universidade Federal de Viçosa (UFV), frisa que, além da prática profissional, os membros das EJs participam de palestras, encontros, minicursos e outros treinamentos que “completam suas formações”.

Igor Rafael apresentou, na palestra, modelos de estatutos, experiências próprias e dicas de funcionamentos de EJs, para orientar os alunos dos cursos de Ciência da Computação, Arquitetura e Engenharia de Produção, que estão criando suas respectivas empresas juniores. Essas se juntarão às outras cinco já existentes na UFSJ, a Sempre, do curso de Economia, a Ômega Júnior, de Engenharia Mecânica, a Dinâmica do curso de Administração, a Egel da Engenharia Elétrica e a Perfil, que é formada por alunos do Curso de Psicologia.

A criação dessas novas empresas juniores na UFSJ surgiu do interesse dos alunos e do apoio dos professores Leonardo Rocha, Elisa Rocha, e Leonardo Silvestre, todos do curso de Ciências da Computação, contribuindo para o fortalecimento da instituição como pólo nessa área.

Segundo Leonardo Rocha, “esse tipo de experiência compensa a formação predominantemente acadêmica das universidades brasileiras, disponibilizando aos graduandos uma ótima oportunidade de colocarem em prática os conhecimentos teóricos antes de se formarem, aumentando as chances de ingresso no mercado de trabalho”.

A professora Elisa prevê que “a partir do segundo semestre deste ano, quando os novos cursos já estiverem em suas sedes definitivas, as empresas juniores de Engenharia de Produção, Arquitetura e Ciências da Computação já estarão em funcionamento”.

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