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Ministro da Educação é homenageado na UFV

O ministro da Educação, Fernando Haddad, esteve na Universidade Federal de Viçosa (UFV) onde percorreu, juntamente com o reitor Luiz Cláudio Costa e com a vice-reitora Nilda de Fátima Ferreira Soares, diversas obras no campus. Atualmente, estão empenhadas, na UFV, obras em valores cotadas em cerca de R$ 40 milhões.

A programação começou em um dos alojamentos masculinos, conhecido como Pós, que, como parte das ações da assistência estudantil, teve um de seus blocos reformados.

O ministro inaugurou, também, as instalações do novo Laboratório de Proteção de Plantas da Universidade, que funciona na área experimental do Vale da Agronomia.As novas instalações vão atender disciplinas de graduação e atividades de pesquisas dos departamentos de Fitotecnia, Fitopatologia e Biologia Animal/Entomologia.

Finalmente, Haddad compareceu à solenidade no Espaço Acadêmico-Cultural Fernando Sabino, onde recebeu homenagens por sua atuação no MEC. Como destacou, na ocasião, os investimentos do MEC aumentaram, dentro da perspectiva de que o novo Brasil vai sair da universidade pública, pois é nela que se forja o pensamento, a inteligência e a identidade nacional.

Ele fez um balanço da situação atual: foram criadas 14 novas universidades e 74 novos Ifetes. O número de vagas nas universidades públicas foi de 113 para 250 mil. O Brasil é, atualmente, o 12º país em produção científica mundial; entretanto, só seis universidades brasileiras figuram entre as melhores do mundo. Isso representa uma disparidade. porque a ciência no Brasil é feita, principalmente, nas universidades.

“Se hoje é possível falar em projeção internacional das universidades, como se pode observar no caso de Viçosa, isso acontece porque os reitores conseguem respirar, do ponto de vista financeiro. As preocupações, de modo geral, deixaram de ser com o pagamento de dívidas e funcionários e passaram a ser sobre planejamento a longo prazo”, disse Fernando Haddad.

Consórcio mineiro

Outro tema abordado foi sobre o alcance do consórcio entre as universidades federais do Sul e Sudeste de Minas, entre as quais está a UFV. Para Fernando Haddad, a iniciativa dá projeção nacional e internacional às instituições participantes e proporciona escala nas atividades de ensino, pesquisa e extensão, respeitando suas especificidades e a complementaridade entre elas. Seu funcionamento agiliza a mobilidade estudantil e viabiliza alterações nos projetos pedagógicos, além de atrair investimentos em laboratórios para a região, que não se justificariam numa pequena universidade.

Segundo o reitor Luiz Cláudio Costa, que é o coordenador do consórcio, os sete reitores têm até o dia 15 de outubro para entregar ao MEC o projeto que cria esse instrumento de parceria entre as sete universidades das regiões Sul e Sudeste do Minas. Só então, o MEC irá analisar as condições legais para a criação e, se for preciso, vai propor alterações na legislação que ainda não permite a criação do consórcio entre as universidades.

Para o reitor, se isso não for possível ainda este ano, as universidades, depois de analisar o projeto nos seus conselhos superiores, deverão estabelecer relações contratuais para viabilizar o início da implementação do projeto do consórcio.

O ministro Fernando Haddad disse que a visita à UFV foi muito animadora, pois ao ver o campus todo em obras é possível notar o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) saindo do papel, com inaugurações e revitalização de moradias estudantis que são vitais para recepcionar alunos de baixa renda. O ministro ainda destacou a liderança nacional e regional do reitor Luiz Cláudio e disse considerar fantásticas as perspectivas que se apresentam de um grande trabalho para o Brasil.

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