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Instituições de saúde

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, recentemente, os dados da Pesquisa de Assistência Médica-Sanitária, realizada em parceria com o o Ministério da Saúde, que aponta um crescimento de 22,2% no número de empresas de saúde no país, entre 2005 e 2009, com taxa anual de 5,1%. Em 2009, as instituições de saúde chegaram a 105.270 mil.

Nesta realidade do atual sistema de saúde, que associa a deficiência de programas de prevenção, a carência de esclarecimento básico e a falta de recursos, torna-se imprescindível uma gestão profissional, capaz de administrar as situações adversas presentes no cotidiano dessas organizações.

O gestor da uma organização de saúde deve ser capaz de administrar situações adversas, com conflitos nas mais diferentes instâncias, potencializar os recursos disponíveis, dominar as diferentes ferramentas tecnológicas, analisar sistemas, atender às demandas do mercado, ser pró-ativo, criativo, lidar com situações de conflito, exercer boa liderança e ter como condição principal a ética, a responsabilidade social e o respeito às questões da preservação ambiental e da sustentabilidade.

Nos dias de hoje, apenas instituições que conseguem garantir a auto-sustentabilidade, oferecendo os melhores produtos e serviços, através de uma agressiva política de incorporação tecnológica e um crescente aperfeiçoamento e controle de seus processos internos, visando a redução de custos e a qualidade do atendimento, mantêm-se no mercado. Sem uma formação especializada é mais difícil equilibrar a situação técnica-financeira e lidar com toda a complexidade de atividades administrativas e econômicas das empresas prestadoras de serviços de saúde, tanto dos setores públicos quanto privados.

Fonte: UFMG Online

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