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Hora do Planeta

 

Neste sábado (28/03), durante 60 minutos, em todo o mundo, milhões de pessoas e empresas apagarão as luzes, como um ato simbólico da luta contra o aquecimento global. Em todos os locais, as luzes serão apagadas das 20h30 às 21h30. No mundo, a Hora do Planeta pretende mobilizar cerca de 1 bilhão de pessoas e no Brasil, 12 milhões.

Em Belo Horizonte, o Centro Universitário UNA e o Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH), signatários do Pacto Global e da Carta da Terra – um dos precursores do movimento Hora do Planeta no Brasil – vão apagar as luzes de todos os campi das instituições.

No Uni-BH, as luzes dos campi Diamantina, Estoril e Lourdes serão apagadas. Já o Centro Universitário UNA, além de apagar as luzes de seus campi, também foi em busca de mais adeptos.

A Prefeitura de Belo Horizonte foi uma das procuradas: irá participar da mobilização desligando o relógio e as luzes do edifício sede, as luzes do prédio da Secretaria Municipal Adjunta de Meio Ambiente, o pirulito da Praça Sete de Setembro e as luzes da Igrejinha da Pampulha e luzes do entorno. A Praça em frente à Igrejinha da Pampulha será, também, local de concentração de ambientalistas de Belo Horizonte, num ato simbólico de apoio ao evento A Hora do Planeta.

Além da Prefeitura, o Centro Universitário UNA conseguiu a adesão de alguns bares da cidade que irão funcionar à luz de velas, como o Liberdade Pizza Sur e Pizza Sur Cruzeiro.

Iniciativa – A Hora do Planeta é uma ação da Rede WWF, a maior rede independente de conservação da natureza, comprometida mundialmente em apoiar o Acordo Global. No Brasil, o movimento é liderado pelo WWF-Brasil, ONG brasileira que atua há 12 anos na conservação do meio ambiente do País.

O principal objetivo da ação é mobilizar a sociedade por meio de um ato simbólico simples, mas que em escala global tem como objetivo influenciar os líderes mundiais que irão se encontrar em Copenhagen, na Dinamarca, em dezembro deste ano, na “15ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas”, para assinar o novo acordo global de clima, que irá substituir o Protocolo de Quioto e deve estabelecer uma redução drástica nas emissões de gases do efeito estufa.

O projeto, que já conta com a adesão de mais de 500 cidades no mundo inteiro foi lançado pela primeira vez no Brasil no dia 28 de janeiro, com adesão oficial no Rio de Janeiro (RJ).

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