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Contra a Dengue

A partir desta terça-feira (23/02) a comunidade em torno do campus do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste-MG), em Coronel Fabriciano, poderá contar com a atuação do projeto de extensão Caladinho contra a Dengue, mantido pelo curso de Engenharia Sanitária e Ambiental. Em atividade desde 2009, o projeto será retomado, neste semestre letivo, sob orientação das professoras Cláudia Diniz e Eliane Prado.

O primeiro ano do projeto foi dedicado ao levantamento de informações a partir de visitas feitas a cerca de 50 residências no bairro. Os alunos envolvidos no projeto conversaram com os moradores sobre a necessidade de eliminação dos possíveis criadouros do mosquito da dengue, além de distribuírem mudas de plantas aromáticas, que foram plantadas pelos moradores.

Com o início do novo semestre letivo, os estudantes visitarão mensalmente as residências para avaliação das medidas tomadas e acompanhamento do desenvolvimento das plantas. “Na realidade, as plantas distribuídas (citronela-de-java e cravo) são conhecidas por funcionarem como repelentes naturais. Por meio do plantio das mudas, incentivamos a população a atuar continuamente contra a dengue, o que favorece a mudança de comportamentos e estimula o combate aos criadouros de mosquitos situados nas residências”, explica Cláudia.

Criadouros residenciais

Para a coordenadora do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental, Rosângela Paranhos, além de estreitar os laços entre a Instituição e a comunidade que a cerca, “o projeto demonstra que ações simples e de baixo custo podem ser eficazes na prevenção de doenças graves, como a dengue”, afirma.

Eliane Prado, uma das professoras envolvidas no projeto, explica que a recorrente incidência de dengue, principalmente no verão, se deve à sua dificuldade de controle. “A constatação de que a localização da maior parte dos criatórios é domiciliar ressalta a necessidade de ações mais contundentes de toda a sociedade no controle do vetor (mosquito Aedes aegipty). Como membros de uma instituição de educação superior, estamos fazendo nossa parte através da conscientização da comunidade”.

Além das plantas repelentes distribuídas, os participantes do projeto Caladinho contra a dengue têm disseminado a informação de que a melhor forma de se evitar a doença é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do Aedes aegipty. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, sacos plásticos e garrafas, além de manter bem tampados caixas d´água, tambores, latões, cisternas, e lixeiras, entre outros.

Sintomas

O Ministério da Saúde alerta para os sintomas da dengue: febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas no corpo e dor nos ossos e articulações. As formas mais graves da doença podem apresentar, ainda, dores abdominais, vômitos e qualquer tipo de sangramento. Caso esses sintomas sejam identificados, o paciente deve procurar auxílio médico junto a uma Unidade de Saúde.

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