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Tecnologia a serviço da vida

 

Professor do Unileste desenvolve estudo sobre aplicação da Biocomputação em transplantes de órgãos

 

Utilizar a tecnologia a serviço da saúde é o propósito do pesquisador Francisco Antônio Fernandes Reinaldo (Foto), professor dos cursos de Computação – Sistemas de Informação e Tecnologia em Redes de Computadores do Centro Universitário do Leste de Minas Gerais (Unileste-MG). Primeiro autor do artigo “Máquinas inteligentes decidem sobre transplantes de órgãos em seres vivos”, Reinaldo teve seu trabalho aceito pelo International Symposium on Biocomputing, maior evento de Biocomputação do mundo, e que será realizado em Calicut, na Índia, entre os dias 15 a 17 de fevereiro.

De acordo com o pesquisador, o estudo reflete o aumento significativo da quantidade e da qualidade das máquinas inteligentes que influenciam as decisões médicas hoje. “Pesquisas apontam que máquinas munidas de softwares aplicados à Medicina apresentam taxas de acerto muito altas, possibilitando diagnósticos mais precisos e facilitando a definição dos procedimentos médicos”, afirma Reinaldo.

Para desenvolvimento da pesquisa, o professor contou com a parceria de Carlos Fernandes Alves e Andreia Malucelli, docentes da PUC-PR, além da participação de Anishur Rahman e Rui Camacho, membros da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, conveniada ao Unileste. O artigo será publicado como capítulo de livro editado pela Association for Computing Machinery (ACM), editora reconhecida mundialmente na área.

Máquinas inteligentes

O artigo desenvolvido por Reinado apresenta uma técnica inovadora, que utiliza um software para decisões sobre possibilidades de transplantes de órgãos em seres vivos. “A ideia do desenvolvimento desta tecnologia surgiu diante da complexidade das decisões que envolvem os processos de transplante. Nestes casos, uma junta de especialistas precisa discutir uma série de aspectos relativos às condições do paciente, ponderando, por exemplo, sobre os riscos de no futuro o organismo do receptor rejeitar o órgão transplantado”, explica o autor.

O sistema inteligente proposto pelo professor é capaz de analisar todas as variáveis e constantes informadas sobre o órgão a ser transplantado e sobre o paciente em questão para, a partir disso, predizer chances de rejeição. Diante das conclusões da máquina, o médico pode decidir com maior segurança pela aprovação do órgão disponível para transplante, ou pela espera de um novo doador.

(Por: Comunicação Unileste)

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