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Como trabalhar o estresse

 

Estresse é uma resposta não-específica do nosso corpo a um estímulo qualquer.

No entanto, existem estímulos bons e maus. Por exemplo namorar, assistir uma partida de futebol e ver o Brasil marcar mais um gol, ser promovido, são estímulos bons. Por outro lado levar uma bronca do chefe, brigar com a esposa ou com o colega, sofrer um acidente de carro são estímulos maus. Todos estes estímulos provocam uma reação de estresse.

É importante observar que não é necessário que uma sobrecarga de trabalho ou preocupações para deflagrar um estado de estresse. Na maioria das vezes, o que existe é um acúmulo de pequenos fatores, que somados acabam produzindo um grande estrago em nosso organismo. Inclusive, se você não sabe, também as sobrecargas "boas" podem causar estresse.

No decorrer de nossa vida vamos aprendendo a conviver, controlar e administrar os problemas que nos sobrecarregam e causam ansiedade. E cada pessoa é capaz de administrar certo número deles, porém, além de um certo limite o organismo estressa. Imagine que você esteja passando por problemas financeiros, profissionais e familiares ao mesmo tempo. Provavelmente você conseguiria administrar bem um ou dois desses problemas, mas talvez não os três ao mesmo tempo.

Estes fatores vão fazendo com que nosso corpo produza quantidades anormais de adrenalina. Então começam os sinais do estresse:
• Diminuição do rendimento profissional ou escolar.
• Insatisfação com tudo.
• Indecisão, julgamentos precipitados.
• Atrasos de tarefas.
• Insônia, sono agitado, pesadelos.
• Irritabilidade.
• Dificuldade de concentração.
• Reclamações mais frequentes do que o habitual.
• Ocupar cada vez mais tempo com trabalho e menos com lazer.
• Diminuição de entusiasmo e falta de prazer pelas coisas.
• Sensação de monotonia.

Esses sinais são indicadores de que as coisas não estão indo pelo bom caminho e que, mais cedo ou mais tarde, a “bomba” pode estourar. É quando surgem os sintomas:
• Cansaço.
• Ganho ou perda de peso.
• Infecções constantes (em razão da baixa imunidade).
• Aumento da pressão arterial e do colesterol.
• Dores de cabeça, dores musculares, dores “de coluna”.
• Bruxismo (ranger dentes durante o sono).
• Restlesslegs (pernas intranqüilas, principalmente na cama, à noite).
• Má digestão, gastrites, úlceras.
• Prisão de ventre e diarréia, flatulência (gases).
• Acne, pele envelhecida, rugas, olheiras.
• Seborréia, queda de cabelos, enfraquecimento das unhas.
• Diabetes.
• Diminuição da libido, impotência sexual.
• Doenças psicossomáticas.
• Ataques de ansiedade.
• Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG).
• Ataques de Pânico.
• Depressão.

Isso não quer dizer, entretanto, que você precisa se livrar de todos os seus problemas para ter uma melhor qualidade de vida; isto é praticamente impossível. Mas alguma coisa você pode fazer. Na maioria dos casos a solução é óbvia, muito gostosa, mas difícil de se fazer: mudar hábitos.
• Deitar mais cedo, dormir mais, fumar e beber menos.
• Ter uma alimentação mais saudável.
• Conversar mais com amigos, dançar.
• Praticar esportes, ir ao cinema.
• Viajar, tirar férias, curtir a família.

Um bom condicionamento físico é sempre importante, ainda mais para quem está sujeito a ter somatizações. Além disso, ginástica libera neurotransmissores como as endorfinas, que são nossos antidepressivos naturais e aumentam nosso bem estar.

Talvez, é claro, você não consiga dar uma guinada dessa da noite para o dia, porém, qualquer mudança de hábitos nocivos por hábitos saudáveis pode ajudar e muito. Lembre-se: até Deus descansou no sétimo dia!

Fonte: Câmara Brasileira

 

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