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Transformando o mundo

  Acredito que há  situações na vida humana que são incontestáveis. Um exemplo é a mudança. Quase todas as pessoas sabem que o processo de mudança que o mundo vem passando é inevitável, mas muitos ainda lutam contra ela. É incrível como tem gente que faz de tudo para fugir da mudança. As pessoas nascem, crescem, passam pela adolescência, maturidade, velhice e morrem. Eduardo Soto diz que viver é ter a opção de aproveitar as circunstâncias do ambiente ou de não aproveitá-las. Viver é escolher. Escolher entre mudar ou seguir como antes. E ainda assim, há  pessoas que preferem a acomodação. Em busca de alimento, abrigo, segurança e adaptação climática os primeiros habitantes mudavam seu hábitat ou de local.

A construção das cidades, da sociedade e do mundo, como conhecemos hoje, é fruto de muitas experiências bem e malsucedidas. Para tudo isso o homem precisou rever sua forma de agir e interagir com o meio. Necessitou mudar seu comportamento, suas atitudes, seus pensamentos, suas crenças e suas idéias.

No mundo corporativo não é diferente. Atinge o sucesso, aquele que, diante das mudanças, atua como agente de transformação. Cria. Pensa soluções inovadoras para os mais variados problemas organizacionais. Mas também faz.

Viver é estar diante do paradigma ameaças X oportunidades. Toda mudança vai trazer a ameaça do novo, do medo, do desconhecido, do ridículo, do falível. Trará, também a oportunidade da experimentação, da inovação, da glória, do sucesso, da curiosidade, da espontaneidade e da originalidade. Se fizermos um breve retorno na história da humanidade, veremos que mudar sempre foi a tônica da civilização.

O que faz a diferença é a escolha que fazemos: ameaça ou oportunidade?

Para ser um verdadeiro agente das mudanças e buscar as oportunidades, são imprescindíveis alguns atributos pessoais como coragem, visão e senso de realização.

A coragem serve para promover a mudança e, mais ainda, para rever os rumos do processo. É o impulso necessário para que algo seja feito, mesmo que isso contrarie tudo e todos. Isso me lembra a história de Bill Gates, aquele que teve coragem de popularizar o uso do computador. Em uma época regida pelas grandes corporações, ele arriscou mudar o cenário... e deu certo.

A visão tem papel fundamental para que o processo de mudança não se perca nas críticas e nas diversas possibilidades que surgem. Mudar sem saber para onde, é o mesmo que não sair do lugar. Existe um ditado grego que diz: Para aquele que não sabe onde ir, qualquer caminho serve. É necessário que toda mudança tenha um objetivo claro: crescimento pessoal, lucratividade, erradicação de falhas na produção, desburocratização, qualidade total, melhoria nas relações internas, etc.

Há  uma história interessante sobre isso, que envolve um cientista e seu filho.

"O cientista era uma pessoa preocupada com o destino do mundo e ocupava-se pensando e estudando formas sobre como mudar ou melhorar a situação atual.

Seu filho, de seis anos, era extremamente curioso e inquieto, e estava decidido a ajudar o pai. O pai tentava se concentrar em seus estudos, mas o menino tomava-lhe muito tempo com perguntas e interrupções constantes. O homem, então, pensou em uma maneira infalível para ter um pouco de sossego e concluir seus estudos. Procurou algo que pudesse distrair o menino e encontrou um mapa-múndi.

Recortou o mapa em v rios pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

- Filho, você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo, todo em pedaços. Veja se consegue consertá-lo certinho! E faça tudo sozinho.

Com isso, avaliou que a criança levaria dias para terminar o quebra-cabeça. Entretanto, passado pouco tempo, ouviu a voz do filho que o chamava novamente:

- Pai, pai, já fiz tudo! Consegui terminar tudo sozinho!

O homem ficou perplexo! Seria impossível que conseguisse montar um mapa que jamais havia visto. O cientista exclamou:

- Deixei um quebra-cabeça que eu mesmo levaria dias para terminar e você o terminou tão rápido...

- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas vi que do outro lado havia a figura de um homem. Tentei juntar os pedaços do mapa, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem: virei os recortes e comecei a consertar o homem, que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo..."

Por fim, e não menos importante, está  o senso de realização. Sem ele é como se tivéssemos uma grande vontade de fazer, sabermos o que e como fazer, mas não fazemos. Conheço pessoas que vivem sonhando com um emprego melhor, um salário maior, mais qualidade de vida, um grande romance e não conseguem nada. O que falta a elas é continuidade em suas ações. Muitas vezes tomam o primeiro passo e não seguem adiante, deixam escapar uma oportunidade e desistem.

O senso de realização difere da coragem, justamente no ponto em que a coragem nos impulsiona a agir. Agora, para que haja resultado, é necessário persistir, manter um ritmo, ou melhor, ter um forte senso de realização. Este é o verdadeiro motor da mudança: atitude!

_________________________________________________________________________

 

 Por: Rogério Martins - Profissão Mestre (Junho/2006)

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