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Método mais simples pode prever tromboembolia

Com a mesma eficácia, modelo de classificação de risco proposto por estudo da UFMG usa apenas oito critérios, ao invés dos 60 usados tradicionalmente. A facilidade de aplicação otimiza o tratamento de problema mais recorrente que infecção hospitalar, mas a técnica precisa ser aperfeiçoada.

Cerca de 300 mil nos Estados Unidos e 544 mil na Europa. Estima-se que, a cada ano, uma em cada 1 mil pessoas desenvolva essa forma de trombose ou suas consequências. O entupimento, na grande maioria dos casos, não é letal. O problema se complica quando pedaços de coágulos migram para o pulmão através das veias, causando a embolia.

E uma das maiores dificuldades para enfrentar essa complicação é que ela pode não apresentar sintomas. No caso dos pacientes hospitalizados, a situação é pior porque eles já estão com a saúde debilitada para enfrentar os exames.

Os indivíduos com maior risco devem ser cuidados preventivamente. “Se esperarmos os resultados dos exames para só então tratar, já enfrentaremos o problema em desenvolvimento”, avisa Suely Meireles Rezende, orientadora da pesquisa e professora do Departamento de Clínica Médica da faculdade (CLM).

Para o hematologista, muitos profissionais da saúde ainda não se dão conta da gravidade do problema. “Quando a pessoa está internada, os médicos se esforçam em combater a doença principal e acabam esquecendo-se da tromboembolia”, acredita.

Comparação

Para fazer a pesquisa, Bastos analisou os dados de 21 mil 158 pacientes do Hospital Naval Marcílio Dias, na cidade do Rio de Janeiro. Os dados foram recolhidos pelo programa de prevenção ao tromboembolismo do próprio hospital entre 1999 e 2001.

Com os perfis dos pacientes de 1995 a 2001 avaliados em 2006 a 2010, Bastos comparou os resultados encontrados pelo método já utilizado (Caprini) com sua proposta.

“Conseguimos reduzir de três ou quatro categorias de risco, para duas. Ou a pessoa tem risco de desenvolver tromboembolia ou não tem. Isso torna o processo mais simples para a equipe médica”, afirma o médico.

Fatores como imobilização, cirurgia prolongada, restrição prolongada no leito, presença de câncer, varizes de grosso calibre, presença de doença hematológica específica e tipo de clínica de internação no hospital são sugeridos como indicadores de futura tromboembolia.

O modelo sugerido pela pesquisa conseguiu chegar aos mesmos resultados do método Caprini, mas ainda são necessários novos meios de aplicação das medidas profiláticas.

“Criamos duas novas categorias de pacientes. Então, não podemos usar as mesmas sugestões de prevenção que o Caprini usa. Outros estudos são essenciais para tornar a aplicação do modelo viável”, esclarece Bastos.

Tese “Estratificação de risco e profilaxia de tromboembolismo venoso em pacientes hospitalizados” / Autor: Marcos de Bastos Nível: Doutorado / Programa: Pós-Graduação em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto - Defesa: 23 de junho de 2010.

(Por: Assessoria de Comunicação Social da Faculdade de Medicina - UFMG)


Ficar de cama no hospital é algo que ninguém gosta. Mas, o tédio é o menor dos problemas nessa situação.

“A partir do 3º dia em que fica acamado, os riscos de trombose já são considerados altos”, afirma Marcos de Bastos, médico hematologista e pesquisador da Faculdade de Medicina da UFMG.

Para enfrentar o problema ele desenvolveu um modelo que reduz de 60 para 8 as variáveis que classificam pessoas com risco ou não de ter trombose e embolia.

Trombose é o entupimento das veias por coágulos de sangue. Sua forma mais comum é chamada Trombose Venosa Profunda, ou TVP. Estatísticas internacionais comprovam que a TVP é responsável pela morte de 1 milhão de pessoas todos os anos no mundo.

Tromboembolia é o nome dado ao processo todo. “Este é um grande desafio médico. Pode levar à morte. Um problema de saúde pública maior até que a infecção hospitalar”, alerta Bastos.

Riscos

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