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É preciso definir sua meta

Clareza quanto à escolha profissional, programação equilibrada de estudo, empenho, responsabilidade são algumas das estratégias para uma vitória. Mas isso não é tudo: é preciso definir a sua meta, sentir o desejo e o prazer de ir em sua direção. 

 
Muitas são as velhas e sábias sugestões quanto às atitudes  que o vestibulando deve adotar para aumentar as chances de sucesso nas provas e o momento é oportuno para relembrar algumas como: cuidar da alimentação, do descanso, programar-se para não correr o risco de chegar atrasado, certificar-se de que os documentos exigidos e o material necessário para a realização das provas estão disponíveis. Aliás, em se tratando de sugestões vale lembrar sobre a importância de se ler, atentamente, o manual do candidato. Além destas recomendações de caráter prático, não se deve esquecer que o estudo é o instrumento para realizar os seus objetivos e, portanto, é uma atividade prioritária.
 
Reconhecida a validade de tais recomendações, gostaríamos de focalizar alguns outros aspectos que avaliamos serem peças fundamentais em seu projeto de ser aprovado em um curso superior e em sua adaptação ao curso escolhido, o que certamente aumentará as possibilidades de uma bem sucedida inserção no mundo do trabalho.
 
Pensar em vestibular, em última instância, é pensar em projeto de vida. Portanto, vai muito além de medir os conhecimentos relativos às disciplinas que compõem as provas. Sendo assim, faz-se necessário a todos os que pretendam dar início a um curso superior, buscar clareza em relação a algumas questões que podem ser consideradas como estruturais na construção de tal projeto.
 
Somos, hoje, levados a ir seguindo a correnteza sem parar em algumas “perguntinhas básicas” quando se trata de tomarmos decisões relativas à nossa trajetória profissional.
 
Marcar o “X” na ficha de inscrição para um vestibular vai muito além de optar por um curso. Aliás,  podemos, neste caso, dizer que não só “vai muito além”, mas deveria, também, “ ir muito aquém” pois muitas das “perguntinhas básicas” deveriam ser feitas, e respondidas, antes de tal opção.
 
Temos recebido um número considerável de demanda de jovens que, depois de iniciado um curso de graduação, se sentem insatisfeitos e querem repensar a sua opção. Tais desistências, além de um desperdício de vários recursos (tempo, dinheiro, energia), ainda ocasionam a ocupação inadequada das insuficientes vagas disponibilizadas nas instituições públicas.
 
Isto nos leva a sugerir, a todos os que tentarão o ingresso em um curso superior, uma reflexão sobre alguns aspectos que julgamos importantes para maximizar as chances de sucesso. Valendo lembrar que o que se deve pretender não é tão somente ser aprovado no vestibular, mas, em algum curso que guarde consonância com as suas potencialidades, habilidades, interesses, valores, aptidões, desejos e possibilidades. 
 
O fato é que, para que se processe uma escolha profissional consciente e responsável, faz-se necessário pautar tal escolha em informações sobre nós mesmos (autoconhecimento) e em informações, destituídas de fantasias, sobre os cursos e sobre o mundo do trabalho. Há que se ter em mente o fato de que o curso escolhido o levará ao exercício de uma profissão e, portanto, será importante que você se projete no futuro e se questione sobre a real possibilidade de se sentir bem desempenhando as atividades profissionais da área escolhida. Coloque na balança os prós e contras de tal escolha, considerando que estas são feitas no âmbito do real e não do ideal. Não podemos mais pensar que a decisão quanto ao nosso rumo profissional seja algo pontual e que seja tomada às vésperas de uma inscrição para o vestibular, pois sabemos que as nossas escolhas estão perpassadas por nossa história pessoal e social.
 
É inegável que o resultado final em um vestibular está na dependência de um somatório de fatores, dentre esses: o seu conhecimento sobre as matérias, que está vinculado à sua vida acadêmica (qualidade do ensino ao qual teve acesso; maior ou menor tempo para ter se dedicado aos estudos; seu investimento pessoal ao longo de sua trajetória escolar), e ainda à sua história pessoal e familiar as quais têm uma correlação com a autoestima, estado físico e psicológico, fatores esses importantes em qualquer circunstância e de grande relevância no período que antecede a realização das provas.
 
O mais importante, nesta reta final, é valorizar todo o investimento feito, identificar e processar os ajustes necessários para maximizar as possibilidades de sua aprovação, tendo a clareza de que este é um outro momento e, portanto, exige um outro tipo de investimento quando se deve ter, também, a preocupação de cuidar-se para que na hora de realizar as provas você esteja em condições físicas e psicológicas para utilizar, da melhor forma possível, o seu conhecimento, o seu bom-senso, a sua memória. Enfim, toda a bagagem que conseguiu reunir até o presente momento.
Desejamos que você se convença de que o vestibular não é uma ameaça e sim uma oportunidade de dar início à construção de uma trajetória profissional. Ele pode ser a ponte para a sua vida desejada.
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Por: Maria das Graças Gontijo Rodrigues - CRP 04-1069 (Psicóloga e Especialista em Orientação Profissional; Integrante da Equipe Vocatio; Professora da Faculdade Pitágoras/Betim).

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